http://www.tiinside.com.br/Revista.aspx?ID=150077
TI Inside – Nesse mercado, a mão-de-obra representa cerca de 80% dos custos. Como a IBM do Brasil faz para ser competitiva na disputa dos contratos globais, já que muitas vezes ela concorre com IBMs de outros países? Guto – Em relação à competitividade global, o custo da mão de obra, o custo unitário é um elemento importante, e isso a gente tem que levar em consideração, da mesma forma como o câmbio também exerce um papel importante. Só que esses são elementos que a gente olha e tenta gerenciar junto a nossa estrutura e até nas relações com governos, através dos nossos núcleos de relações governamentais. Mas tem um aspecto que considero principal, que é o seu legado de capacitação, o seu legado de conhecimento, a sua experiência, a sua competência. Não basta apenas você ter um custo baixo e competitivo. Se você tem uma operação eficiente bem gerida, bem disciplinada em processos, em ferramentas, olhando muita automação, prevenção de defeitos, você vai ter a sua estrutura produtiva mais eficiente. Esse tem sido o nosso foco, a IBM, no caso do Brasil, se posiciona em alguns setores para exportação e é selecionada até pela própria corporação como centro de competência para algumas atividades. Então custo é importante sim, mas existem outros elementos que colocam nosso país dentro desse mapa global de serviços. TI Inside – Nesse setor, contratos de SLAs e certificados de CMMs, Carnegie Mellon, são importantes. Como equilibrar a necessidade dessas competências com custos operacionais? Guto – As certificações são passos de entrada nesse comércio global. São certificações requeridas pelos clientes. A IBM tem que ter, assim como qualquer outro participante deste mercado, então tem que equilibrar na equação de custos os investimentos, em qualificação e em certificação de profissionais e em certificações corporativas. Então são pontos que a gente investe e tem que ser investido, não tem outra forma. TI Inside – Como ela consegue atrair mão-de-obra especializada para seu Centro de Hortolândia? Quais são os atrativos para manter os profissionais? Guto – No que se refere à capacitação de mão de obra e qualificação, eu digo que isso é uma qualificação contínua, a IBM tem uma série de iniciativas e programas com parceiros e programas internos. Tem programas de qualificação de mão-de-obra que são o ponto de entrada para a IBM; tem parceiros, que são universidades nos principais estados – são centros técnicos – então essas parcerias existem, não só pra formar mão-de-obra para a IBM, como para o mercado, a gente aproveita essa mão-de-obra e esses programas internos são para dar continuidade. Se você trouxer mão-de-obra para o início da carreira, esses programas internos permitem que esses profissionais cresçam dentro da IBM.
TI Inside – Nesse mercado, a mão-de-obra representa cerca de 80% dos custos. Como a IBM do Brasil faz para ser competitiva na disputa dos contratos globais, já que muitas vezes ela concorre com IBMs de outros países? Guto – Em relação à competitividade global, o custo da mão de obra, o custo unitário é um elemento importante, e isso a gente tem que levar em consideração, da mesma forma como o câmbio também exerce um papel importante. Só que esses são elementos que a gente olha e tenta gerenciar junto a nossa estrutura e até nas relações com governos, através dos nossos núcleos de relações governamentais. Mas tem um aspecto que considero principal, que é o seu legado de capacitação, o seu legado de conhecimento, a sua experiência, a sua competência. Não basta apenas você ter um custo baixo e competitivo. Se você tem uma operação eficiente bem gerida, bem disciplinada em processos, em ferramentas, olhando muita automação, prevenção de defeitos, você vai ter a sua estrutura produtiva mais eficiente. Esse tem sido o nosso foco, a IBM, no caso do Brasil, se posiciona em alguns setores para exportação e é selecionada até pela própria corporação como centro de competência para algumas atividades. Então custo é importante sim, mas existem outros elementos que colocam nosso país dentro desse mapa global de serviços.
TI Inside – Nesse setor, contratos de SLAs e certificados de CMMs, Carnegie Mellon, são importantes. Como equilibrar a necessidade dessas competências com custos operacionais? Guto – As certificações são passos de entrada nesse comércio global. São certificações requeridas pelos clientes. A IBM tem que ter, assim como qualquer outro participante deste mercado, então tem que equilibrar na equação de custos os investimentos, em qualificação e em certificação de profissionais e em certificações corporativas. Então são pontos que a gente investe e tem que ser investido, não tem outra forma.
TI Inside – Como ela consegue atrair mão-de-obra especializada para seu Centro de Hortolândia? Quais são os atrativos para manter os profissionais? Guto – No que se refere à capacitação de mão de obra e qualificação, eu digo que isso é uma qualificação contínua, a IBM tem uma série de iniciativas e programas com parceiros e programas internos. Tem programas de qualificação de mão-de-obra que são o ponto de entrada para a IBM; tem parceiros, que são universidades nos principais estados – são centros técnicos – então essas parcerias existem, não só pra formar mão-de-obra para a IBM, como para o mercado, a gente aproveita essa mão-de-obra e esses programas internos são para dar continuidade. Se você trouxer mão-de-obra para o início da carreira, esses programas internos permitem que esses profissionais cresçam dentro da IBM.
iceom 2009
Bancos Na busca de crédito, é fundamental levar em conta a finalidade do empréstimo. Assim, você evita cair no erro – bastante comum e muitas vezes fatal – de financiar investimentos de longo prazo com recursos para capital de giro, de prazos mais curtos e juros mais altos. Se você precisa de dinheiro para investimentos, o melhor é buscar linhas como as do BNDES ou do Proger, oferecida pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. Se você tem um empréstimo de capital de giro, considere a possibilidade de migrar para os serviços que têm garantia de recebíveis (cheques pré-datados, duplicatas e faturas de cartão de crédito).
Controle de contas e corte de custos No fluxo de caixa, você tem a radiografia necessária para detectar os problemas de sua empresa e, com isso, tirá-la da lona. Vale a pena projetar o fluxo para um período mínimo de três meses. Para cada dia, você registra o saldo inicial (valor em caixa na data), entradas, saídas, saldo operacional (valor das entradas menos as saídas na respectiva data) e saldo final (soma do saldo inicial e do operacional). As informações permitem conhecer com detalhes suas receitas, despesas, prazo de pagamento e de recebimento e necessidade de capital de giro para o seu negócio. Com todas as informações à mão, o primeiro passo é avaliar a viabilidade do negócio. Aí, pode vir a má notícia. “Se a empresa for inviável, com déficits crônicos e insolúveis de fluxo de caixa, o melhor é se desfazer do negócio enquanto dá para amenizar o prejuízo”, diz o consultor Ercolin. Muitas vezes, porém, a notícia é boa: dá para recuperar a empresa quando se sabe onde está o problema. Os cortes de custos também são essenciais nos tempos de vacas magras – e até nos das vacas gordas.
Redução de estoque Se tem uma coisa que não combina com dívida é estoque. Quanto mais mercadoria estocada, maior a necessidade de capital de giro – logo, maior a necessidade de financiamento.
Atenção aos prazos A falta de sincronia entre prazos de pagamento e de recebimento é outra grande causa do endividamento descontrolado. Por isso, todo cuidado é pouco ao alongar o prazo de pagamento dos clientes sem conseguir a contrapartida dos fornecedores. O problema pode até passar despercebido nas vendas menores, mas tende a jogar sua empresa no ralo nas grandes transações. “Muita gente quebra justamente na melhor venda da vida”, diz o consultor Ercolin. É que, para dar conta do pedido maior, é preciso aumentar também o valor desembolsado na compra de matérias-primas ou mercadorias. Se faltar dinheiro em caixa, o descompasso entre os prazos de pagamento e de recebimento pode ser fatal.
http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI80880-17198,00-E%20POSSIVEL%20LIVRARSE%20DAS%20DIVIDAS.html
http://bit.ly/BfqWl
2 – Financiamento e gestão da política pública de segurança
Aprimorar e ampliar a Rede Nacional de Integração de Informações de Segurança Pública, Justiça e Fiscalização – Rede INFOSEG / Fortalecer o Sistema Nacional de Armas – SINARM e o Sistema de Gerenciamento Militar de Armas – SIGMA / Implantar nacionalmente um Sistema Integrado de Segurança Pública e Defesa Social, como responsável pela coleta, produção, análise e disseminação de dados estatísticos, envolvendo organizações governamentais e não governamentais. Para efetivar o funcionamento desse sistema:, capacitar os agentes no utilização de novas tecnologias; implantar mecanismos legais que obriguem o fornecimento gratuito de dados cadastrais; instalar fórum nacional permanente de discussão sobre a qualidade da informação sobre violências, inclusive as midiáticas; criar, nas secretarias de segurança pública, um grupo gestor para administrar as informações dos fatores criminógenos; criar órgão único federal com núcleos integrados com acesso às informações; criar um sistema nacional de mapeamento dos crimes; coordenar articulação internacional para troca de informações; implementar em formato eletrônico os procedimentos policiais padrão com acesso em rede; implementar o geoprocessamento para mapeamento de crimes; inserção da autoridade portuária no sistema de informação de segurança. O sistema deverá conter os seguintes bancos de dados: Programa de Proteção a Pessoa Ameaçada; desastres e calamidades recorrentes; trabalhos dos órgãos periciais; Cadastro Nacional de Beneficiados por programas habitacionais provenientes de áreas de risco; informações sobre infância e juventude; cadastro de funcionários de empresas de segurança públicas e privadas; situação social das áreas vulneráveis; projetos de financiamento de segurança pública; integração entre os setores de inteligência das polícias; criminalística abrangendo as áreas de identificação humana (dactiloscópica, retrato falado, iridoscópica, DNA), identificação balística, acidente de veículos, antecedentes criminais de indiciados e réus; identificação dos tipos penais, de vítimas e de agressores.
Curso. Rio de Janeiro.