New layout and design.
otmo7, optimization/technologies/management/online
http://twitter.com/dnel01
http://www.linkedin.com/in/otmo7
http://consultoriadeprocessos.blogspot.com
http://services-processes.blogspot.com/
http://picasaweb.google.com/dgsantos84
http://www.tiinside.com.br/Revista.aspx?ID=150077
TI Inside – Nesse mercado, a mão-de-obra representa cerca de 80% dos custos. Como a IBM do Brasil faz para ser competitiva na disputa dos contratos globais, já que muitas vezes ela concorre com IBMs de outros países? Guto – Em relação à competitividade global, o custo da mão de obra, o custo unitário é um elemento importante, e isso a gente tem que levar em consideração, da mesma forma como o câmbio também exerce um papel importante. Só que esses são elementos que a gente olha e tenta gerenciar junto a nossa estrutura e até nas relações com governos, através dos nossos núcleos de relações governamentais. Mas tem um aspecto que considero principal, que é o seu legado de capacitação, o seu legado de conhecimento, a sua experiência, a sua competência. Não basta apenas você ter um custo baixo e competitivo. Se você tem uma operação eficiente bem gerida, bem disciplinada em processos, em ferramentas, olhando muita automação, prevenção de defeitos, você vai ter a sua estrutura produtiva mais eficiente. Esse tem sido o nosso foco, a IBM, no caso do Brasil, se posiciona em alguns setores para exportação e é selecionada até pela própria corporação como centro de competência para algumas atividades. Então custo é importante sim, mas existem outros elementos que colocam nosso país dentro desse mapa global de serviços. TI Inside – Nesse setor, contratos de SLAs e certificados de CMMs, Carnegie Mellon, são importantes. Como equilibrar a necessidade dessas competências com custos operacionais? Guto – As certificações são passos de entrada nesse comércio global. São certificações requeridas pelos clientes. A IBM tem que ter, assim como qualquer outro participante deste mercado, então tem que equilibrar na equação de custos os investimentos, em qualificação e em certificação de profissionais e em certificações corporativas. Então são pontos que a gente investe e tem que ser investido, não tem outra forma. TI Inside – Como ela consegue atrair mão-de-obra especializada para seu Centro de Hortolândia? Quais são os atrativos para manter os profissionais? Guto – No que se refere à capacitação de mão de obra e qualificação, eu digo que isso é uma qualificação contínua, a IBM tem uma série de iniciativas e programas com parceiros e programas internos. Tem programas de qualificação de mão-de-obra que são o ponto de entrada para a IBM; tem parceiros, que são universidades nos principais estados – são centros técnicos – então essas parcerias existem, não só pra formar mão-de-obra para a IBM, como para o mercado, a gente aproveita essa mão-de-obra e esses programas internos são para dar continuidade. Se você trouxer mão-de-obra para o início da carreira, esses programas internos permitem que esses profissionais cresçam dentro da IBM.
TI Inside – Nesse mercado, a mão-de-obra representa cerca de 80% dos custos. Como a IBM do Brasil faz para ser competitiva na disputa dos contratos globais, já que muitas vezes ela concorre com IBMs de outros países? Guto – Em relação à competitividade global, o custo da mão de obra, o custo unitário é um elemento importante, e isso a gente tem que levar em consideração, da mesma forma como o câmbio também exerce um papel importante. Só que esses são elementos que a gente olha e tenta gerenciar junto a nossa estrutura e até nas relações com governos, através dos nossos núcleos de relações governamentais. Mas tem um aspecto que considero principal, que é o seu legado de capacitação, o seu legado de conhecimento, a sua experiência, a sua competência. Não basta apenas você ter um custo baixo e competitivo. Se você tem uma operação eficiente bem gerida, bem disciplinada em processos, em ferramentas, olhando muita automação, prevenção de defeitos, você vai ter a sua estrutura produtiva mais eficiente. Esse tem sido o nosso foco, a IBM, no caso do Brasil, se posiciona em alguns setores para exportação e é selecionada até pela própria corporação como centro de competência para algumas atividades. Então custo é importante sim, mas existem outros elementos que colocam nosso país dentro desse mapa global de serviços.
TI Inside – Nesse setor, contratos de SLAs e certificados de CMMs, Carnegie Mellon, são importantes. Como equilibrar a necessidade dessas competências com custos operacionais? Guto – As certificações são passos de entrada nesse comércio global. São certificações requeridas pelos clientes. A IBM tem que ter, assim como qualquer outro participante deste mercado, então tem que equilibrar na equação de custos os investimentos, em qualificação e em certificação de profissionais e em certificações corporativas. Então são pontos que a gente investe e tem que ser investido, não tem outra forma.
TI Inside – Como ela consegue atrair mão-de-obra especializada para seu Centro de Hortolândia? Quais são os atrativos para manter os profissionais? Guto – No que se refere à capacitação de mão de obra e qualificação, eu digo que isso é uma qualificação contínua, a IBM tem uma série de iniciativas e programas com parceiros e programas internos. Tem programas de qualificação de mão-de-obra que são o ponto de entrada para a IBM; tem parceiros, que são universidades nos principais estados – são centros técnicos – então essas parcerias existem, não só pra formar mão-de-obra para a IBM, como para o mercado, a gente aproveita essa mão-de-obra e esses programas internos são para dar continuidade. Se você trouxer mão-de-obra para o início da carreira, esses programas internos permitem que esses profissionais cresçam dentro da IBM.
iceom 2009
http://bit.ly/BfqWl
2 – Financiamento e gestão da política pública de segurança
Aprimorar e ampliar a Rede Nacional de Integração de Informações de Segurança Pública, Justiça e Fiscalização – Rede INFOSEG / Fortalecer o Sistema Nacional de Armas – SINARM e o Sistema de Gerenciamento Militar de Armas – SIGMA / Implantar nacionalmente um Sistema Integrado de Segurança Pública e Defesa Social, como responsável pela coleta, produção, análise e disseminação de dados estatísticos, envolvendo organizações governamentais e não governamentais. Para efetivar o funcionamento desse sistema:, capacitar os agentes no utilização de novas tecnologias; implantar mecanismos legais que obriguem o fornecimento gratuito de dados cadastrais; instalar fórum nacional permanente de discussão sobre a qualidade da informação sobre violências, inclusive as midiáticas; criar, nas secretarias de segurança pública, um grupo gestor para administrar as informações dos fatores criminógenos; criar órgão único federal com núcleos integrados com acesso às informações; criar um sistema nacional de mapeamento dos crimes; coordenar articulação internacional para troca de informações; implementar em formato eletrônico os procedimentos policiais padrão com acesso em rede; implementar o geoprocessamento para mapeamento de crimes; inserção da autoridade portuária no sistema de informação de segurança. O sistema deverá conter os seguintes bancos de dados: Programa de Proteção a Pessoa Ameaçada; desastres e calamidades recorrentes; trabalhos dos órgãos periciais; Cadastro Nacional de Beneficiados por programas habitacionais provenientes de áreas de risco; informações sobre infância e juventude; cadastro de funcionários de empresas de segurança públicas e privadas; situação social das áreas vulneráveis; projetos de financiamento de segurança pública; integração entre os setores de inteligência das polícias; criminalística abrangendo as áreas de identificação humana (dactiloscópica, retrato falado, iridoscópica, DNA), identificação balística, acidente de veículos, antecedentes criminais de indiciados e réus; identificação dos tipos penais, de vítimas e de agressores.
<!– @page { margin: 0.79in } P { margin-bottom: 0.08in } –>
Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci), na cidade do Rio de Janeiro, vai receber mais R$ 100 milhões do Ministério da Justiça. Um acordo para a liberação do recurso deverá ser assinado amanhã (17) com o município.
Uma parte da verba será usada na aquisição de armas não-letais para a Guarda Municipal e na instalação de 350 câmeras de vigilância em áreas comerciais e turísticas da cidade.
O restante do dinheiro vai ser aplicado na capacitação de moradores e na urbanização de 11 comunidades populares (Cidade de Deus, Dona Marta, Complexo do Alemão, Acari, Complexo da Penha, Reta do João XXIII, Vila Kennedy, Vila Aliança, Maré, Manguinhos e Providência).