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Novo design
Feb 4th, 2010 by Daniel

New layout and design.

otmo7, optimization/technologies/management/online

Travel 005
Nov 5th, 2009 by Daniel

http://twitter.com/dnel01

Travel 004
Nov 5th, 2009 by Daniel

http://www.linkedin.com/in/otmo7

Travel 003
Nov 5th, 2009 by Daniel

http://consultoriadeprocessos.blogspot.com

Travel 002
Nov 5th, 2009 by Daniel

http://services-processes.blogspot.com/

Travel 001
Nov 5th, 2009 by Daniel

http://picasaweb.google.com/dgsantos84

As certificações são passos de entrada nesse comércio global
Sep 29th, 2009 by Daniel

http://www.tiinside.com.br/Revista.aspx?ID=150077

TI Inside – Nesse mercado, a mão-de-obra representa cerca de 80% dos custos. Como a IBM do Brasil faz para ser competitiva na disputa dos contratos globais, já que muitas vezes ela concorre com IBMs de outros países?
Guto – Em relação à competitividade global, o custo da mão de obra, o custo unitário é um elemento importante, e isso a gente tem que levar em consideração, da mesma forma como o câmbio também exerce um papel importante. Só que esses são elementos que a gente olha e tenta gerenciar junto a nossa estrutura e até nas relações com governos, através dos nossos núcleos de relações governamentais. Mas tem um aspecto que considero principal, que é o seu legado de capacitação, o seu legado de conhecimento, a sua experiência, a sua competência. Não basta apenas você ter um custo baixo e competitivo. Se você tem uma operação eficiente bem gerida, bem disciplinada em processos, em ferramentas, olhando muita automação, prevenção de defeitos, você vai ter a sua estrutura produtiva mais eficiente. Esse tem sido o nosso foco, a IBM, no caso do Brasil, se posiciona em alguns setores para exportação e é selecionada até pela própria corporação como centro de competência para algumas atividades. Então custo é importante sim, mas existem outros elementos que colocam nosso país dentro desse mapa global de serviços.

TI Inside – Nesse setor, contratos de SLAs e certificados de CMMs, Carnegie Mellon, são importantes. Como equilibrar a necessidade dessas competências com custos operacionais?
Guto – As certificações são passos de entrada nesse comércio global. São certificações requeridas pelos clientes. A IBM tem que ter, assim como qualquer outro participante deste mercado, então tem que equilibrar na equação de custos os investimentos, em qualificação e em certificação de profissionais e em certificações corporativas. Então são pontos que a gente investe e tem que ser investido, não tem outra forma.

TI Inside – Como ela consegue atrair mão-de-obra especializada para seu Centro de Hortolândia? Quais são os atrativos para manter os profissionais?
Guto – No que se refere à capacitação de mão de obra e qualificação, eu digo que isso é uma qualificação contínua, a IBM tem uma série de iniciativas e programas com parceiros e programas internos. Tem programas de qualificação de mão-de-obra que são o ponto de entrada para a IBM; tem parceiros, que são universidades nos principais estados – são centros técnicos – então essas parcerias existem, não só pra formar mão-de-obra para a IBM, como para o mercado, a gente aproveita essa mão-de-obra e esses programas internos são para dar continuidade. Se você trouxer mão-de-obra para o início da carreira, esses programas internos permitem que esses profissionais cresçam dentro da IBM.

Artigo internacional
Sep 28th, 2009 by Daniel

iceom 2009

iceom 2009


Conseg propõe novo modelo de segurança pública
Sep 23rd, 2009 by Daniel

http://bit.ly/BfqWl

2 – Financiamento e gestão da política pública de segurança

Aprimorar e ampliar a Rede Nacional de Integração de Informações de Segurança Pública, Justiça e Fiscalização – Rede INFOSEG / Fortalecer o Sistema Nacional de Armas – SINARM e o Sistema de Gerenciamento Militar de Armas – SIGMA / Implantar nacionalmente um Sistema Integrado de Segurança Pública e Defesa Social, como responsável pela coleta, produção, análise e disseminação de dados estatísticos, envolvendo organizações governamentais e não governamentais. Para efetivar o funcionamento desse sistema:, capacitar os agentes no utilização de novas tecnologias; implantar mecanismos legais que obriguem o fornecimento gratuito de dados cadastrais; instalar fórum nacional permanente de discussão sobre a qualidade da informação sobre violências, inclusive as midiáticas; criar, nas secretarias de segurança pública, um grupo gestor para administrar as informações dos fatores criminógenos; criar órgão único federal com núcleos integrados com acesso às informações; criar um sistema nacional de mapeamento dos crimes; coordenar articulação internacional para troca de informações; implementar em formato eletrônico os procedimentos policiais padrão com acesso em rede; implementar o geoprocessamento para mapeamento de crimes; inserção da autoridade portuária no sistema de informação de segurança. O sistema deverá conter os seguintes bancos de dados: Programa de Proteção a Pessoa Ameaçada; desastres e calamidades recorrentes; trabalhos dos órgãos periciais; Cadastro Nacional de Beneficiados por programas habitacionais provenientes de áreas de risco; informações sobre infância e juventude; cadastro de funcionários de empresas de segurança públicas e privadas; situação social das áreas vulneráveis; projetos de financiamento de segurança pública; integração entre os setores de inteligência das polícias; criminalística abrangendo as áreas de identificação humana (dactiloscópica, retrato falado, iridoscópica, DNA), identificação balística, acidente de veículos, antecedentes criminais de indiciados e réus; identificação dos tipos penais, de vítimas e de agressores.

Ministério da Justiça deve liberar R$ 100 milhões para o Pronasci no Rio de Janeiro
Sep 23rd, 2009 by Daniel

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Vitor Abdala

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci), na cidade do Rio de Janeiro, vai receber mais R$ 100 milhões do Ministério da Justiça. Um acordo para a liberação do recurso deverá ser assinado amanhã (17) com o município.

Uma parte da verba será usada na aquisição de armas não-letais para a Guarda Municipal e na instalação de 350 câmeras de vigilância em áreas comerciais e turísticas da cidade.

O restante do dinheiro vai ser aplicado na capacitação de moradores e na urbanização de 11 comunidades populares (Cidade de Deus, Dona Marta, Complexo do Alemão, Acari, Complexo da Penha, Reta do João XXIII, Vila Kennedy, Vila Aliança, Maré, Manguinhos e Providência).

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

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Rio de Janeiro – O Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci), na cidade do Rio de Janeiro, vai receber mais R$ 100 milhões do Ministério da Justiça. Um acordo para a liberação do recurso deverá ser assinado amanhã (17) com o município.

Uma parte da verba será usada na aquisição de armas não-letais para a Guarda Municipal e na instalação de 350 câmeras de vigilância em áreas comerciais e turísticas da cidade.

O restante do dinheiro vai ser aplicado na capacitação de moradores e na urbanização de 11 comunidades populares (Cidade de Deus, Dona Marta, Complexo do Alemão, Acari, Complexo da Penha, Reta do João XXIII, Vila Kennedy, Vila Aliança, Maré, Manguinhos e Providência).

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