O modelo foi testado com sucesso no IPT e agora começa a fase experimental no prédio da Polícia Científica, informa Santos. O sistema será avalidado em alguns laboratórios, diz o perito criminal Orlando Ruiz. “O piloto do sistema será feito nos laboratórios especializados. Cada laboratório recebe de oito a dez mil provas criminais por ano. Começaremos com um ou até três, depende da liberação do investimento. Mas a idéia é que funcione em todo o prédio da polícia e em seus 17 laboratórios.”
Veja mais aqui.
Sistema de segurança eletrônico usa hardware de sensores, hardware de processamento e sistemas aplicativos para controlar e monitorar eletronicamente a prova criminal colhida na cena do crime.
Por COMPUTERWORLD
04 de junho de 2007 – 10h10